Contabilidade Consultiva

Como calcular capital de giro? Aprenda a fórmula e veja os benefícios!

09 maio

Aprender como calcular capital de giro é uma etapa importante para o empresário. Anteriormente, abordamos o cálculo do Ciclo Operacional (CO) e do Ciclo Financeiro (CF) e mostramos como o primeiro interfere na tendência do segundo. O Ciclo Financeiro, por sua vez, afeta diretamente a necessidade de Capital de Giro da organização.

Mas o que é capital de giro e quais são seus tipos? Por que é importante saber como calcular capital de giro? Completando a sequência de indicadores para análise da sustentabilidade operacional de empresas, que inclui Prazos Médios e Ciclo Financeiro e Operacional, falamos um pouco sobre capital de giro no post de hoje.

Confira!

O que é capital de giro?

O que é capital de giro?

Capital de giro são os valores que a empresa dispõe para utilizar na sua atividade. Em outras palavras, para custear e manter suas despesas operacionais rotineiras. Essas despesas podem ser fixas ou advirem de produção, comercialização ou prestação do serviço. O capital de giro nada mais é do que uma reserva de recursos de rápida renovação, que supre as necessidades da gestão financeira do empreendimento ao longo do tempo.

Esses recursos são gerados pelos próprios lucros acumulados que a empresa tem ao longo da sua existência e por financiamentos de longo prazo. Assim, concentram-se em contas a receber, caixa, estoque, ou conta corrente bancária (recursos no curto prazo que podem honrar obrigações da operação, com grande período para pagamento). Esses recursos influenciam diretamente em como calcular capital de giro.

Um ponto que merece destaque para compreender bem o conceito e como calcular capital de giro é a diferença de capital de giro para capital fixo (permanente). Este último é o investimento destinado à compra de imóveis, máquinas, instalações, matérias primas e equipamentos (itens do ativo imobilizado). Esses itens são fundamentais para o início do empreendimento “físico”, para o funcionamento da empresa. O capital de giro, como vimos, se refere a outros recursos.

E quando os empreendedores passam por dificuldades financeiras, especialmente em momentos de crise econômica? Uma pergunta sempre aparece: é possível a minha empresa se desenvolver com capital de giro negativo?

É possível sim!

Uma empresa com capital de giro negativo financia parte de seu ativo não circulante com fundos de curto prazo, o que gera um maior risco de insolvência. Porém, ela pode sim se desenvolver dentro dessas condições, desde que a necessidade de capital de giro também seja negativa e menor que o capital de giro.

A propósito, entender o que é necessidade de capital de giro é fundamental para aprender como calcular capital de giro.

O que é capital de giro de Fleuriet?

O capital de giro de Fleuriet é um modelo mais dinâmico, que é calculado considerando a diferença entre o passivo circulante e o ativo não circulante.

O passivo não circulante é calculado pelo  passivo de longo prazo + patrimônio líquido.

Dessa forma, para calcular o capital de giro dinâmico, você irá fazer o seguinte cálculo:

Capital de giro = passivo não circulante – ativo não circulante

Quando a NCG é positiva, ela reflete a aplicação permanente de fundos que, comumente, devem ser financiadas com fundos permanentes utilizados na empresa. Por outro lado, quando a NCG está sendo financiada por recursos de curto prazo, o risco de iliquidez pode subir. Nesse contexto, o financiamento é realizado através de empréstimos bancários, por exemplo.

No modelo ideal, para financiar a NCG, é necessário usar recursos permanentes, para que nenhum problema financeiro de curto prazo seja capaz de interferir nos resultados.

Para isso, é importante organizar as finanças da empresa e garantir que apenas uma parte dos fundos permanentes do negócio seja usada para as aplicações permanentes, como possíveis melhorias da empresa (compra de maquinário, edifícios, etc).

O que é necessidade de capital de giro?

O que é necessidade de capital de giro?

Necessidade de capital de giro (NCG) é o quanto desses recursos, de fato, a empresa necessita para manter suas operações funcionando. Uma análise conjunta dos indicadores (prazos médios e ciclo financeiro operacional, junto com capital de giro) mostra se a empresa precisa buscar recursos em fontes externas ou se há aportes internos suficientes para sustentar as suas atividades. 

A fórmula da necessidade de capital de giro é:

NCG = Ativo Operacional – Passivo Operacional

E como posso agir na minha empresa para diminuir a necessidade de capital de giro? Em outra oportunidade, destacamos que o tamanho do ciclo financeiro conversa muito bem com a CNG: quanto maior o ciclo financeiro, maior o tempo necessário para financiar as operações, portanto, maior a NCG.

Assim, uma maneira de diminuir essa necessidade de recursos é trabalhando na gestão dos seus prazos. Algumas medidas práticas é reduzir os prazos de clientes, melhorar a relação de prazos com fornecedores e avaliar o custo e a duração da mercadoria no seu estoque.

A partir do momento em que o cálculo do capital de giro e da necessidade de capital de giro é feito, o empresário tem todos os dados para saber se sua empresa é sustentável ou não. Com uma simples conta de subtração (Capital de Giro – Necessidade de Capital de Giro), você encontra o seu Saldo de Tesouraria.

Esse indicador mostra para você se a sua empresa tem disponível os recursos que ela precisa para manter suas operações ou se ela se encontra em uma situação perigosa, o chamado Efeito Tesoura.

Uma empresa com Saldo de Tesouraria negativo corre um grande risco, já que será obrigada a utilizar toda a sua disponibilidade financeira para financiar as suas operações em andamento. Nesse momento, as empresas acabam resgatando suas aplicações, injetando dinheiro dos próprios sócios e se aproximando de uma realidade de insolvência.

Por que é importante saber qual é seu capital de giro?

Por que é importante saber qual é seu capital de giro?

Os recursos do capital de giro são utilizados para manutenção dos estoques, pagamento de fornecedores, salários, impostos e demais demandas da operação da empresa (custos e despesas operacionais). Sua destinação já dá uma ideia de sua importância e da necessidade de se calcular capital de giro.

Por isso, é fundamental saber monitorar, negociar e administrar esses recursos, especialmente para:

  • manter o bom funcionamento do ciclo operacional do capital de giro: como apontamos em outra oportunidade, o ciclo operacional é o ciclo de vida de um negócio, que envolve desde a aquisição da matéria-prima até a entrega do produto final. E é o capital de giro que garante a regularidade desse ciclo;
  • maximizar o retorno dos investimentos em ativos atuais: esse ROI deve ser maior que o custo médio ponderado do capital para maximizar a riqueza do empreendimento;
  • minimizar o custo de capital: custo de capital é o aquele gasto para manter o capital de giro. Se há uma boa administração de capital de giro, é possível reduzir esse custo.

Além desse pontos, também devemos destacar que a administração adequada do capital de giro traz outros benefícios ao negócio. Uma vantagem interessante é que ele garante liquidez suficiente para a solvência da organização e pagamentos pontuais a credores da organização (reforça confiança e reputação. Esse bom histórico de crédito facilita a aprovação mais rápida de empréstimos e taxas de juros reduzidas. 

Veja aqui sobre o dashboard que a Nucont disponibiliza voltado para o capital de giro!

Quais são os tipos de capital de giro existentes?

Quais são os tipos de capital de giro existentes?

Antes de aprender como calcular capital de giro, é preciso compreender seus diversos tipos. Veja a seguir.

Capital de giro

O capital de giro é o recurso que faz o negócio “girar”, como o próprio nome sugere. O montante assegura ao empresário condições de comprar insumos para a produção, mercadorias para revenda ou ferramentas para execução dos serviços, por exemplo. Ele também garante o pagamento de despesas operacionais.

Esse valor torna possível a venda a prazo, que gera  um déficit temporário de recursos para a empresa. Por isso, podem aparecer resultados negativos em um primeiro momento, em que se gasta mais do que se recebe. Sem o capital de giro, as operações podem ser comprometidas ou interrompidas.

Capital de giro próprio

O capital de giro próprio é a capacidade da empresa de financiar seu ciclo operacional somente com recursos próprios, sem recursos de terceiros. Para entender como calcular capital de giro próprio, é preciso entender os conceitos de patrimônio líquido e ativo permanente.

Patrimônio líquido é a riqueza efetiva da empresa. Ele figura no balanço patrimonial como passivo não exigível. Como exemplos, podemos citar os valores investidos no negócio, os lucros gerados a serem distribuídos entre os sócios, e as reservas de valores.

Já o ativo permanente são bens e direitos de permanência duradoura. Eles apresentam baixa liquidez, mas são utilizados na operação do negócio. Eles podem ser: 

  • imobilizados: veículos, móveis, imóveis e equipamentos;
  • investimentos: não são necessários à atividade, mas geram rendimentos;
  • intangíveis: bens sem existência física, que não são monetários, como marcas e patentes;
  • diferidos: despesas que contribuem com resultados futuros (gastos pré-operacionais, como sistemas, pesquisas e desenvolvimento de produtos).

Capital de giro líquido

Assim como no capital de giro, o capital de giro líquido (CGL) também considera o ativo circulante e o passivo circulante do negócio, formados respectivamente por receitas e despesas financeiras e operacionais. No entanto, o capital de giro é restrito àquilo que se relaciona com a operação da empresa. Não se inclui o saldo disponível (ativo) e empréstimos (passivos), por exemplo, que integram o capital de giro líquido.

O CGL é, então, o valor necessário para honrar todos os compromissos financeiros do negócio no curto prazo. Ele é influenciado por alguns recursos, em maior ou menor grau:

  • contas a receber: resultado das vendas a prazo. Quanto maior for o prazo ofertado ao cliente e o número de vendas a prazo, serão necessários mais recursos para bancar as contas a receber, pois o dinheiro não cai imediatamente no faturamento;
  • estoque: o estoque se modifica conforme as necessidades do consumidor da empresa, motivo pelo qual sofre mudanças de investimento constantes em tipos e número de itens disponíveis. Essa oscilação demanda muitos recursos financeiros;
  • caixa e conta corrente bancária: devem ser considerados na hora de calcular capital de giro líquido, pois nelas se concentram os recursos financeiros realmente disponíveis para a empresa.

Capital de giro inicial de uma empresa

O capital de giro inicial é uma grande porcentagem da verba empregada para colocar a empresa em funcionamento. Ele é utilizado para compra de estoques ou matéria-prima ou na divulgação da loja virtual nas mídias, por exemplo.

Para quem começa uma loja de vestuário, por exemplo, é preciso considerar o pagamento de despesas da loja e de remuneração dos funcionários, bem como reposição do estoque, investimento em divulgação e manutenção das demais despesas operacionais e financeiras. 

Tenha em mente que as vendas não pagarão essas despesas nos primeiros meses. O volume de vendas ainda não será o desejado. E mesmo se houver alto volume de vendas, há os pagamentos a prazo ou com cartão de crédito, que faz com que os recebimentos aconteçam mais para a frente. Daí a necessidade de realizar um cálculo preciso do capital de giro inicial.

Se o empreendedor não possui capital de giro necessário para começar seu negócio, deve avaliar bem as condições na hora de recorrer a capital de terceiros, como empréstimos bancários. Os juros cobrados impactarão negativamente na margem de lucratividade, aumentando o tempo para o retorno de investimento.

Como calcular capital de giro?

Como calcular capital de giro?

Para aprender como calcular o capital de giro, é preciso compreender inicialmente os fatores que determinam a quantidade de caixa líquido e ativos necessários para a empresa operar tranquilamente.

O primeiro fator é a natureza do negócio. Enquanto uma empresa industrial exige menor capital de giro, uma empresa comercial exige bastante. Uma instituição bancário exige o máximo. Uma indústria de serviços públicos exige pouco, por ter demanda constante e fluxo de caixa contínuo. Então, antes de saber como calcular capital de giro, considere a natureza do negócio. O segundo fator é o tamanho da unidade de negócios. Quanto maior ela for, maior a necessidade de capital de giro. 

Em seguida, considere os termos de compra e condições de venda. Crédito comercial e vendas à vista demandam menor capital de giro, mas compras em dinheiro e vendas a crédito exigem maior CDG.

O quarto fator ao aprender como calcular capital de giro é a rotatividade de estoques. Estoques grandes com volume de negócios lento precisam de capital maior. No entanto, estoques pequenos com faturamento rápido demandam capital de giro menor.

O processo de fabricação é o quinto fator a ser considerado antes de aprender como calcular capital de giro. Processos de longo prazo e complexos requerem capital de giro maior, mas processos simples e de curto prazo demandam menor CDG.

Por fim, considere também a importância do trabalho. Indústrias automatizadas e mecanizadas (indústrias intensivas em capital) requerem menos CDG, mas indústrias intensivas em mão-de-obra (indústrias caseiras e de pequena escala) exigem capital de giro maior.

Em suma, é preciso ter um fluxo de caixa detalhado para entender os recursos da empresa e o tempo de duração do recurso. Veja agora como calcular capital de giro, de acordo com seus diferentes tipos.

Capital de giro

O cálculo capital de giro é o cálculo da necessidade de capital de giro. Já falamos sobre ela anteriormente, mas destrinchando a equação temos:

NCG = Contas a pagar – (contas a receber + valor em estoque)

Dois exemplos podem elucidar melhor como calcular o capital de giro:

A empresa A tem

  • R$ 1 mil em contas a pagar;
  • R$ 1.100 em contas a receber;
  • R$ 250 em estoque;
  • Capital de giro fórmula: R$ – 350,00

A empresa B tem: 

  • R$ 3 mil em contas a pagar;
  • R$ 1.100 em contas a receber;
  • R$ 725 em estoque;
  • Capital de giro fórmula: R$ 1.175,00.

Quando a necessidade de capital de giro é negativa, não há necessidade de giro de caixa. Se ela é positiva, é preciso ter capital de giro de caixa. Na empresa A, então, o giro de caixa próprio é suficiente para cobrir suas operações.

Capital de giro próprio

Capital de giro próprio

O capital de giro próprio é calculado de forma simples. Ele nada mais é do que a diferença entre o patrimônio líquido (capital social, lucros acumulados não distribuídos) e a soma do ativo permanente (bens imobilizados) com o ativo realizável a longo prazo (montante de financiamento de terceiros).

Capital de giro próprio = PL – (AP + RLP)

Um resultado negativo aponta que os recursos próprios da empresa não são capazes de suportar suas operações. Ou seja, será preciso buscar investimento de terceiros. Um saldo positivo aponta que o ativo permanente e não circulante foi financiado somente com recursos próprios. Ou seja, há valores disponíveis para outras aplicações. 

Por esse calculo capital de giro próprio, é possível entender fatores que o aumentam (lucros, aporte de recursos por parte de sócios, venda de bens do ativo permanente e contas retificativas) e que o reduzem (prejuízos, investimentos, distribuição de lucros, aquisição de ativo imobilizado e aplicações em ativos diferidos).

Capital de giro líquido

Saber como calcular capital de giro líquido é essencial para as operações de uma empresa. A fórmula simples e eficiente é:

Capital de giro líquido = AC (ativo circulante) – PC (passivo circulante)

Mais uma vez, ativo circulante é composto por aplicações financeiras, contas a receber, dinheiro em caixa, dinheiro em conta corrente, estoque e outros recursos. Passivo circulante são empréstimos, contas com fornecedores, impostos, salários, contas a pagar e outros custos. Por isso, o CGL diz respeito às necessidades operacionais e financeiras. 

A seguir, 2 exemplos para que você consiga compreender essa conta do capital de giro líquido.

A empresa A tem R$ 10 mil de ativo circulante, R$ 7 mil de passivo circulante. O cálculo Capital de Giro Líquido é R$ 3 mil. Ou seja, a empresa possui CGL suficiente para cobrir suas despesas.

A empresa B tem R$ 10 mil de ativo circulante, R$ 15 mil de passivo circulante. O cálculo Capital de Giro Líquido é – R$ 5 mil. Ou seja, há um déficit da empresa, que deverá recorrer a capital de terceiros para financiar suas operações.

Capital de giro inicial de uma empresa

Para saber como calcular o capital de giro inicial de uma empresa, o empresário deve adotar 3 práticas iniciais:

  • Criar um fluxo de caixa, que é base do conhecimento sobre despesas e receitas;
  • Definir qual será sua expectativa de lucro;
  • Definir o tempo de duração de um recurso disponível, de forma que ele seja reposto constantemente.

Essas informações servirão como base para os meses seguintes à abertura da empresa. No caso da expectativa de lucro, com o tempo, ela se tornará a análise do lucro alcançado. Tendo isso em mente, você pode saber como calcular capital de giro inicial.

Especialistas apontam que o capital de giro inicial deve representar em média 50 a 60% do montante empregado para colocar o negócio em funcionamento. Neste cálculo, é ainda mais importante considerar os fatores que influenciam nele, que são a natureza do negócio, o tamanho da unidade de negócios, os termos de compra e condições de venda, a rotatividade de estoques, o processo de fabricação e a importância do trabalho.

Então, via de regra, podemos pensar na seguinte fórmula:

CGI = 60% do montante investido

Essa porcentagem pode ser maior ou menor de acordo com os fatores que influenciam no cálculo. O importante é avaliar se a disponibilidade de capital cobrirá e manterá os custos iniciais, bem como analisar e especificar quanto tempo será necessário para alcançar o ponto de equilíbrio (receitas anulando despesas, com lucro).

Quais são os riscos de não saber como calcular o capital de giro?

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Calcular capital de giro é uma medida fundamental para que ele seja corretamente administrado. Ele é parte integrante de um planejamento financeiro adequado, o que garante a sustentabilidade dos negócios. Como apontamos anteriormente, o capital de giro é importante para manter o bom funcionamento do ciclo operacional (ciclo de vida de um negócio), maximizar o retorno dos investimentos em ativos atuais e minimizar o custo de capital.

Quem não sabe como calcular capital de giro de maneira eficiente acaba interferindo em toda a operação de um negócio. Uma administração ineficiente por parte do empreendedor faz com que ele tenha que buscar recursos de terceiros para manter sua empresa funcionando. 

Apelar para instituições financeiras para cobrir dívidas é uma estratégia emergencial que coloca o empresário em situação vulnerável, pois ele já se encontra em posição desfavorável. Suas condições de negociações serão ruins, e ele será “obrigado” a aceitar termos e contratos adversos, que podem agravar ainda mais a situação da empresa. 

Por isso, é fundamental afastar esses riscos de não saber como calcular capital de giro de forma correta. Há, inclusive, formas simples de se prevenir a insuficiência do capital de giro, garantindo a liquidez do seu negócio. Veja algumas práticas saudáveis de controle de CDG: 

  • ter controle sobre os clientes inadimplentes e adotar medidas para diminuir a inadimplência;
  • realizar a adequação e documentação dos processos financeiros do empreendimento;
  • manter uma política de redução de custos e despesas;
  • ter total conhecimento do fluxo de caixa;
  • renegociar dívidas para o longo prazo;
  • conhecer de perto o ciclo financeiro.

Como calcular capital de giro corretamente?

Como calcular capital de giro corretamente? Inicialmente, é preciso diferenciar os tipos existentes e compreender a importância desse cálculo para o negócio. Um bom cálculo interfere positivamente na manutenção das operações da empresa, na maximização do retorno dos investimentos em ativos atuais e na minimização do custo de capital.

Por isso, você deve realizar os cálculos conforme cada tipo de capital de giro e trabalhar para que sua empresa esteja nas melhores condições operacionais e financeiras.

Agora você tem todas as informações e fórmulas necessárias para administrar bem o CDG. Esse grande conjunto de dados, que engloba Prazos Médios, Ciclos Financeiros e Operacionais do negócio, Capital de Giro e Necessidade de Capital de Giro, deve ser usados como ferramentas de análise da realidade da sua empresa. Dessa forma, as decisões gerenciais serão mais coerentes com a real situação do negócio.

Após fazer esse trabalho de base, você está pronto para aumentar o lucro de sua empresa. Veja como aumentar o lucro do escritório contábil!

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